35ª Bienal de São Paulo
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https://35.bienal.org.br

Salvador, BA

Itinerância
Vista da performance Repertório N. 3, de Davi Pontes e Wallace Ferreira durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Caio Diniz / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Blackbasebeingbeyond (2023), de Torkwase Dyson durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Blackbasebeingbeyond (2023), de Torkwase Dyson durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra sem título (2017) de Emanoel Araujo durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra Caranguejo (2023), da série Mangue, de Rosana Paulino durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra Rewe Rashūiti (2023), de MAHKU, durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Timur Merah Project IX: Beyond the Realm of Senses (Allegory of the Archipelago) [Projeto Timur Merah IX: Além do reino dos sentidos (Alegoria do arquipélago)] (2023), de Citra Sasmita, durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra de Citra Sasmita durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra Conspiracy [Conspiração] (2022), de Simone Leigh e Madeleine Hunt-Ehrlich durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Nimajay Guarani (The Big Guarani House) [A grande casa guarani], de Edgar Calel durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra de Marilyn Boror Bor durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista da obra de Marilyn Boror Bor durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Nous sommes ce que vous ne voulez pas voir [Nós somos aquilo que vocês não querem ver] (2023), de M’barek Bouhchichi durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Lienzo de Tlaxcala [Tecido de Tlaxcala] (1560), de Malinche, durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Livro 1 de confissões da primeira visitação ao Brasil por Heitor Furtado de Mendonça (1591–1595), de Xica Manicongo, durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de SHAKEDOWN (2018), de Leilah Weinraub durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Quilombo Cafundó durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de obras de Quilombo Cafundó durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Meditation on Violence [Meditação sobre a violência] (1948), de Maya Deren durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de ZUMBI ZUMBI ETERNO (2023), de Julien Creuzet durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de ZUMBI ZUMBI ETERNO (2023), de Julien Creuzet durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de ZUMBI ZUMBI ETERNO (2023), de Julien Creuzet durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de ZUMBI ZUMBI ETERNO (2023), de Julien Creuzet durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de ZUMBI ZUMBI ETERNO (2023), de Julien Creuzet durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de ZUMBI ZUMBI ETERNO (2023), de Julien Creuzet durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de ZUMBI ZUMBI ETERNO (2023), de Julien Creuzet durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de ZUMBI ZUMBI ETERNO (2023), de Julien Creuzet durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de O samba do crioulo doido (2004), de Luiz de Abreu durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Vista de Tokunbó: sons entre mares (2023), de Inaicyra Falcão durante a itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no Museu de Arte Moderna da Bahia © Leo Monteiro / Fundação Bienal de São Paulo
Participantes
Citra Sasmita
Davi Pontes e Wallace Ferreira
Edgar Calel
Emanoel Araujo
Inaicyra Falcão
Julien Creuzet
Leilah Weinraub
Luiz de Abreu
M’barek Bouhchichi
MAHKU
Malinche
Marilyn Boror Bor
Maya Deren
Nontsikelelo Mutiti
Quilombo Cafundó
Rosana Paulino
Simone Leigh e Madeleine Hunt-Ehrlich
Torkwase Dyson
Xica Manicongo

Por meio de uma parceria entre a Fundação Bienal de São Paulo e a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia por meio do IPAC – Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) receberá uma seleção especial da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível. Com curadoria de Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel, a exposição, bem-sucedida em 2023 em termos de público e crítica, estará em exibição na capital soteropolitana de 2 de maio a 28 de julho.

Salvador irá sediar um das maiores exposições realizadas fora do Pavilhão da Bienal de São Paulo no Ibirapuera, com dezenove participantes: Citra Sasmita, Davi Pontes e Wallace Ferreira, Edgar Calel, Emanoel Araujo, Inaicyra Falcão, Julien Creuzet, Leilah Weinraub, Luiz de Abreu, M’Barek Bouhchichi, MAHKU, Malinche, Marilyn Boror Bor, Maya Deren, Nontsikelelo Mutiti, Quilombo Cafundó, Rosana Paulino, Simone Leigh e Madeleine Hunt-Ehrlich, Torkwase Dyson e Xica Manicongo.

A inauguração da mostra, que acontecerá no dia 2 de maio, quinta, às 18h, será aberta ao público e contará com a performance Repertório n.3 de Davi Pontes e Wallace Ferreira, que encerra uma série de trabalhos voltados para a autodefesa. Os artistas exploram como a dança pode ajudar a combater violências físicas, imaginárias e as contidas nos monopólios do conhecimento enfrentadas pelos corpos negros. A performance busca criar estratégias de resistência a essas situações, desafiando ideias que negam às minorias o controle sobre suas próprias vidas.

A 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível explora as complexidades e urgências do mundo contemporâneo ao abordar obras que tratam de transformações sociais, políticas e culturais. A curadoria busca tensionar os espaços entre o possível e o impossível, o visível e o invisível, o real e o imaginário, ao ressaltar diversas questões e perspectivas de maneira poética. A coreografia, entendida como um conjunto de movimentos centrados no corpo que desafia limites, considera diversas trajetórias e áreas de atuação e cria estratégias para enfrentar desafios institucionais e curatoriais. As coreografias do impossível geram suas próprias relações, tempos e espaços, oferecendo uma experiência marcante aos visitantes.

Para os curadores, é crucial que a exposição alcance mais cidades, transcendendo os limites do Pavilhão da Bienal. Segundo eles, “os debates propostos pela 35ª Bienal atravessam inúmeros territórios de todo o mundo; assim, não restringir as coreografias do impossível ao Pavilhão da Bienal é de extrema importância para o trabalho realizado”.

Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, enfatiza a importância não apenas de levar as coreografias do impossível para um público mais amplo, mas também de fortalecer os laços entre as instituições culturais: “Ao trazer a Bienal de São Paulo de volta à cidade onde tudo começou no Brasil, em colaboração com o MAM-BA, não só estamos fortalecendo as instituições culturais brasileiras, mas também estamos tornando a arte e a cultura mais acessíveis a todos. Ao superar barreiras geográficas, criamos oportunidades para que mais pessoas experimentem e participem do cenário artístico contemporâneo, enriquecendo ainda mais as narrativas culturais. Esta jornada não apenas facilita a troca de experiências entre públicos e instituições, mas também contribui para a construção de uma sociedade mais inclusiva e culturalmente vibrante em todo o Brasil”, declara.

Bruno Monteiro, secretário de Cultura do Estado da Bahia, fala sobre a importância de receber um evento como a Bienal de São Paulo: “É uma responsabilidade muito grande para nós, do Governo do Estado da Bahia, recebermos a maior coleção da Bienal fora do pavilhão oficial. Isso é fruto de muita articulação e do compromisso que nós temos de valorização e difusão das expressões artísticas e culturais em nosso estado”, afirma. 

Ações com a equipe de educação da Fundação Bienal de São Paulo

Durante as itinerâncias, a Fundação Bienal de São Paulo, em conjunto com as instituições parceiras, realiza duas frentes de trabalho educativo que se complementam. São elas as ações de formação com as equipes de mediadores e educadores da cidade, e ações de difusão para o público interessado geral.

A publicação educativa das coreografias do impossível foi dividida em três movimentos diferentes – ou volumes – com conteúdos voltados para as ações de mediação e difusão. O terceiro movimento, preparado especialmente para o programa de mostras itinerantes, foi produzido com base nas práticas realizadas ao longo da exposição no Pavilhão e é distribuído de forma gratuita para os participantes das ações.

Em Salvador, além de um curso de formação para mediadores locais, que inclui um capítulo sobre acessibilidade, haverá um programa aberto ao público. Entre os eventos, destaca-se o lançamento do terceiro movimento da publicação educativa, realizado com o objetivo de contribuir para uma formação crítica e diversificada sobre educação em arte contemporânea. Esse evento contará com a presença da artista e educadora Inaicyra Falcão, além do fotógrafo Lázaro Roberto, idealizador do Zumví Arquivo Afro Fotográfico, e será realizado no Goethe-Institut Salvador, no dia 3 de maio. 

Haverá também visitas temáticas mediadas enfocando educação e acessibilidade, além dos ncontros itinerantes da 35ª Bienal, nos quais a Fundação Bienal convida outras instituições para compartilhar experiências de mediação. E, ainda, mais uma edição do programa Bienal na escola – Águas confluentes, que realizará ações em escolas públicas da periferia da cidade e, em um segundo momento, levará os alunos e seus professores para visitar a mostra no MAM-BA. 

Serviço
35ª Bienal de São Paulo –
coreografias do impossível
Itinerância Museu de Arte Moderna da Bahia
Curadoria: Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel
2 mai – 28 jul 2024
ter – dom, 10h – 18h
Museu de Arte Moderna da Bahia
Av. Lafayete Coutinho, s/n
Comércio, Salvador, BA
entrada gratuita

Parceiros da itinerância
35ª Bienal de
São Paulo
coreografias do
impossível
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